Rede UniCEU abre inscrições para 6.600 vagas para cursos gratuitos de graduação

São 33 polos com vagas para Pedagogia, Engenharia de Produção, Engenharia de Computação e Licenciatura em Matemática.

Estão abertas as inscrições para o vestibular dos cursos superiores gratuitos semipresenciais oferecidos pela UNIVESP – Universidade Virtual do Estado de São Paulo por meio da Rede UniCEU/UAB. A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação com apoio da Secretaria Municipal de Educação (SME).

Serão oferecidas 6.600 vagas, sendo 200 em cada um dos 33 Centros Educacionais Unificados (CEUs) participantes, nos seguintes cursos: Pedagogia, Engenharia de Produção, Engenharia de Computação e Licenciatura em Matemática.

As inscrições vão até 10 de julho devem ser feitas pelo site www.vestibularunivesp.com.br. Mais informações podem ser obtidas no mesmo endereço. 

O vestibular será realizado no dia 23 de julho, das 13h às 18h, e constituído por 60 questões objetivas de Comunicação e Expressão em Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas e Ciências Naturais mais Redação. A divulgação do resultado ocorrerá em 8 de agosto.

Confira a relação dos polos participantes da UniCEU:

Polo Cursos Superiores em:
1 UniCEU Água Azul Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
2 UniCEU Alvarenga Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
3 UniCEU Aricanduva Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
4 UniCEU Azul da Cor do Mar Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
5 UniCEU Butantã Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
6 UniCEU Campo Limpo Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
7 UniCEU Capão Redondo Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
8 UniCEU Casa Blanca Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
9 UniCEU Cidade Dutra Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
10 UniCEU Formosa Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
11 UniCEU EMEF Gilberto Dupas Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
12 UniCEU Heliópolis Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
13 UniCEU Jaçanã Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
14 UniCEU Jambeiro Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
15 UniCEU Jardim Paulistano Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
16 UniCEU Meninos Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
17 UniCEU Navegantes Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
18 UniCEU Paraisópolis Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
19 UniCEU Parelheiros Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
20 UniCEU Parque Bristol Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
21 UniCEU Parque São Carlos Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
22 UniCEU Parque Veredas Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
23 UniCEU Pêra Marmelo Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
24 UniCEU Perus Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
25 UniCEU Quinta do Sol Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
26 UniCEU Rosa da China Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
27 UniCEU São Mateus Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
28 UniCEU São Rafael Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
29 UniCEU Tiquatira Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
30 UniCEU Três Lagos Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
31 UniCEU Vila Atlântica Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
32 UniCEU Vila Curuçá Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.
33 UniCEU Vila do Sol Pedagogia; Matemática; Engenharia de Produção; Engenharia da Computação.

Acesse o cartaz de divulgação, que contém endereços e polos e cursos oferecidos, clicando aqui.

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Análise do filme: THE CORPORATION

Em 16/05/2017 o professor Douglas Soares que ministra aulas da disciplina “Administração Estratégica” para o curso de ADMINISTRAÇÃO, apresentou em sala de aula para fins de análise e discussão o filme “The Corporation” (Canadá, 2004) informando que caso haja interesse dos alunos, a confecção de um resumo informativo e interpretativo do filme, após sua apreciação e aceitação, poderia ser utilizado como “Atividade Complementar” possibilitando a contabilização de horas conforme o “Programa de Atividades Complementares – PAC” do Centro Universitário Estácio de São Paulo.

O filme (documentário) “The Corporation” mostra o impacto das corporações na sociedade através de depoimentos, reportagens, propagandas, fotos e animações, iniciando com uma mensagem estranha e assustadora ao informar que na justiça dos Estados Unidos as corporações conseguiram adquirir o direito de ser uma pessoa, baseando-se na própria Constituição do país.

Com a definição de “pessoa” as corporações puderam agir como tal, contratando e demitindo empregados, comprando e vendendo empresas.

Partindo da primícia de tratar-se de uma pessoa, fica evidente que a motivação dos criadores deste documentário foi apresentar estas corporações sob a ótica ética e moral, e seus trabalhadores unidos por objetivos comuns sendo que o principal deles é gerar lucro aos proprietários destas corporações. Como esta “pessoa” não existe fisicamente foi constituído um corpo jurídico, logo, são pessoas especiais cujo objetivo de vida é lucrar, o máximo possível, de forma que seus acionistas estejam sempre felizes, não importando os meios para esta conquista.

As “maçãs podres” mencionadas no início do filme são grandes corporações norte-americanas envolvidas em escândalos que abalaram o mercado financeiro. Para maximizar o lucro as corporações contratam mão de obra barata e vendem o produto final com preço altíssimo, além de usurpar recursos naturais como, por exemplo, a água.

Não percebemos a participação frequente dessas empresas em nosso cotidiano, indo além de produtos e serviços, ou seja, as “externalidades” que também são por elas transmitidas a nós. Pagamos por estas “externalidades” ao permitir a devastação do meio-ambiente, a exploração da mão de obra devido à fome e miséria entre os pobres trabalhadores de países subdesenvolvidos, a exploração do mercado bélico que alimenta a guerra e até a própria guerra que permite gerar consumo a altos custos. Assistimos o depoimento de um investidor afirmando que as guerras e as graves crises são um ótimo negócio para quem investe em petróleo, ouro, armas, indústria farmacêutica, água, alimentos e etc.

As grandes corporações multinacionais se estabelecem nos países em desenvolvimento em busca de oportunidades de maximizar seus lucros e ganhar cada vez mais dinheiro através da exploração da mão de obra de pessoas que nada mais têm a oferecer para garantir sua sobrevivência além da mão de obra barata.

A propaganda nos impulsiona para consumir desenfreadamente até mesmo produtos que não queremos, precisamos ou desejamos, estão fazendo com que os recursos naturais se esgotem rapidamente sem que isso seja necessário.

Destaca-se no filme um momento onde um CEO de uma multinacional diz ser impotente para mudar algumas atitudes tomadas pela empresa, mesmo estas sendo contrárias a sua filosofia de vida, seus princípios morais. É interessante pensar que embora a corporação seja uma pessoa jurídica, ela existe porque “pessoas” a mantém viva, são pessoas trabalhadoras como nós que “administram” e cometem abusos em prol da maximização do lucro.

 

 

Qual a mensagem principal do documentário?

Que a sociedade reflita sobre os atos e atitudes das corporações, temos que rever a forma como estamos vivendo e utilizemos o único recurso capaz de modificar esta situação:

– O boicote aos produtos destas corporações!

Infelizmente o boicote não será suficiente para resolver o problema, pois, já vimos que ao protestar e boicotar, as corporações adotaram um perfil diferenciado, uma nova roupagem investindo em ações ambientais e evitando explorar a mão de obra infantil ou escrava com intuito de apresentar sua nova postura, sua conscientização sobre a sociedade como um todo, mas, a verdade é que a corporação se beneficia destes atos buscando maximizar ainda mais seus lucros.

A grande questão:

– Como converter a cultura organizacional para ações éticas sendo estas contrárias ao âmago do capitalismo?

E você, futuro administrador, qual será seu posicionamento ético diante da situação apresentada?

Vale a pena assistir este documentário e refletir sobre nossas ações.

Marcelo de Toledo, 15 de junho de 2017.

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Resenha descritiva da palestra: “Inteligência Emocional”

         Como atividade complementar do curso de Administração do Centro Universitário Estácio de São Paulo, apresento um resumo da palestra “INTELIGÊNCIA EMOCIONAL: Sem ela, não dá!” ministrada pela  professora  ROSA MATIAS (diretora da ANNIMUS PSICOLOGIA – Psicoterapia cognitivo-comportamental, R. Prof. Roldão de Barros, 125 – Jardim Malia I, São Paulo – SP, 04823-010, (11) 99954-1372) organizado pelo Centro Universitário Estácio de São Paulo – Unidade Interlagos, realizada no dia 23 de maio de 2017 das 19 às 21 horas no auditório da unidade, situado na Avenida do Jangadeiro, 111 – Interlagos, São Paulo – SP, 04815-020.

         A palestra teve como público alvo, alunos dos cursos de Pedagogia, Letras e Educação Física, porém, foi aberta para todos os cursos e houve forte adesão do curso de Administração.

         Após a apresentação a palestrante inquiriu o público utilizando-se de linguagem coloquial e de fácil compreensão, sobre o que é Inteligência Emocional. Constatado o pouco conhecimento do público sobre o assunto, a palestrante modificou sua abordagem mostrando que seria “mais fácil pensar na falta dela…?”.

      Alguns participantes timidamente opinaram e a palestrante então iniciou uma pequena sessão de meditação guiada e ao som de música inspiracional (do Power Thoughts Clube de Meditação) levou todos a um relaxamento, harmonia e comunhão culminando com todos do público se abraçando e desejando uma verdadeira “Boa noite”.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL:

Capacidade de suportar frustrações, mantendo a motivação e a visão administrativa para alcançar os resultados por meio do relacionamento interpessoal.
Rosa Matias, 2017.

         Dando ênfase as frustrações, mostrou a importância da motivação para alcançar objetivos, conquistar apoio, conseguir o que parecia ser impossível. E para exemplificar utilizou-se de um trecho do filme “Perfume de Mulher”, assistimos a cena em que Frank Slade, um tenente-coronel cego, vivido por Al Pacino, convida uma moça para dançar e recebe a seguinte resposta:

– Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos…
E Frank responde:
– Mas em um momento se vive uma vida!

Em seguida o casal vai para o centro do salão e ao som de “Por Una Cabeza de Carlos Gardel” dançam de forma majestosa.

Analisando o diálogo que precede a dança chegamos a duas conclusões:

         1 – A melhor decisão que podemos tomar é aquela que está por vir. Muitas pessoas passam a vida lamentando o tempo e as oportunidades que perderam, quando ainda têm incontáveis momentos para decidir por algo melhor para si mesmos, e para os outros.

         2 – O sentido da vida não consiste em satisfazer a si mesmo, mas em buscar a felicidade daqueles que estão ao nosso redor.

         Dando continuidade ao tema frustração, a palestrante exibiu uma propaganda do chocolate Stratos, “Precisa-se de um parceiro”. Esta propaganda britânica, que possui uma excelente trilha sonora, inicia com a imagem de um garoto jogando bola sozinho, fica evidente sua “FRUSTRAÇÃO”. O momento vivido pelo garoto possibilitou boa análise sobre a Inteligência Emocional e, foi de grande importância também aos futuros administradores presentes porque foi um belo exemplo da união de uma visão de longo prazo, um plano estratégico bem feito e a execução perfeita!

         Finalizando a palestra explicou os três pilares da “Inteligência Emocional”, de maneira simples e descritiva apresentou um compêndio sobre as emoções que, foram ilustradas  em forma de “balde”, sem dúvida foi uma abordagem interessante e marcante.

         A palestrante esclareceu ao público que esta trata-se de uma palestra preliminar, os que se interessaram e desejam se aprofundar no tema deverão entrar em contato com a professora Rosa Matias afim de matricular-se para o próximo encontro que acontecerá em 1º de julho de 2017, um sábado.

         No encerramento, os aplausos foram intensos por parte do público presente, público este, que, inclusive, aplaudiu de pé, valorizando as experiências socializadas pela palestrante.

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Deve a Universidade adaptar-se à sociedade ou a sociedade a ela?

Acredito que um conjunto de ações internas (IES) gerará adaptação de ambos lados. Sem perder o foco na transmissão do conhecimento, democratizar a sala de aula é o ponto principal para alcançar esta associação. Democratizar o espaço de ensino é forçar e permitir a interação dos estudantes às práticas pedagógicas de tal modo que gerem questionamento e consequente pesquisa que proporcionará o debate. Esta simbiose(sic) Universidade x Sociedade ocorrerá por influência do professor que através da mediação e interação proporcionará a aprendizagem que gera aproximação, principalmente após a constatação de que não estamos apenas replicando conhecimento onde os futuros profissionais irão apenas reproduzir o saber existente devido a falta de estímulos criativos durante o processo de aprendizagem. Resumindo: Penso que ambas afirmações serão corretas, de forma positiva ou negativa, dependerão da prática pedagógica escolhida.

E você? O que pensa sobre isso? Comente!

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Políticas públicas para a educação

Como as políticas públicas para a educação têm acompanhado e se diversificando para entender as contradições e pluralidade da sociedade brasileira?

Os princípios que regem uma determinada época e uma dada sociedade, bem como as leis oriundas de seu contexto histórico e cultural são sistemas que interagem e cruzam influências. Assim, o sistema escravagista brasileiro teve um papel fundamental em todas as esferas da nossa sociedade. A peculiaridade da aplicação deste sistema no Brasil concernia na concentração do poder nas mãos de uma pequena minoria. As distâncias sociais eram tanto maiores à medida que se afastavam dos valores europeus. Isso fez que a aculturação e a “desafricanização”, por assim dizer, da grande massa excluída, aproximasse-se do modelo ideal do composto minoritário como viés para ascensão social, de chegar aos postos cobiçados, àqueles que davam maior liberdade, segurança e prestígio. Nesta perspectiva a aculturação aparece sob seu verdadeiro prisma que é o de ser uma luta pelo “status social”. As influências reflexas deste regime podem ser ainda observadas e simbolizam as heranças culturais e sociais que compõem o atual cenário brasileiro.

Nas conjunturas contemporâneas, com o advento do desenvolvimento da tecnologia e da globalização, ganha um destaque cada vez maior a necessidade da mudança de paradigmas, tais como a estratificação e a inobservância das influências reflexas produzidas pela diversidade socioambiental brasileira. Ora, sendo o desenvolvimento de uma determinada sociedade analisado pelo grau de desenvolvimento intelectual de seus membros e, constituindo este um dos medidores de qualidade de vida (IDH), os investimentos na educação compõem premissa básica para um melhor desempenho em todos os demais setores.

No Brasil, as problemáticas sociais e culturais refletem os frutos dos conflitos e das tensões ideológicas e ressaltavam as imperativas necessidades de mudança visando o bem comum, sendo este, fator preponderante na distinção da vitalidade de uma sociedade bem estruturada. A disparidade econômica entre as diversas regiões do país contribuem para má qualidade do ensino básico, sendo este um dos principais indicadores da falta de acesso destas massas ao ensino superior. No que concordam os autores Macedo, Trevisan Vettorato, Trevisan e Sperandeo de Macedo ao afirmarem que a prerrogativa da

“(…) adequação desse sistema para o enfrentamento dos desafios da sociedade do conhecimento, em um país como o Brasil, deve necessariamente resolver três questões: a modernização do sistema, o efetivo aprimoramento da qualidade da educação brasileira em todos os níveis, graus e modalidades e a democratização do ensino promovendo a inclusão social.”
(MACEDO et al, 2005, p. 27.)

Durante longos anos este ingresso manteve-se restrito a uma determinada esfera social, demostrando uma evidente segregação classial e discrepância regional. Os baixos investimentos na educação básica e superior foram uma realidade marcante. Deste modo, afirma Schwartzman que,

“Os sistemas de educação superior modernos tendem a desempenhar uma pluralidade de papéis frequentemente contraditórios, uma característica que se acentua ainda mais em uma sociedade tão profundamente estratificada e diferenciada como a brasileira. Parece ser mais recomendável reconhecer as diferenças, e tratar de responder a elas de forma pluralista, do que tratar de negá-las pela via da imposição de igualdades formais, que tendem a intensificar ainda mais os processos de estratificação e de desigualdade. A educação superior brasileira já vem se diversificando na prática, e hoje ela pode ser descrita a partir de algumas de suas principais funções.”
(SCHWARTZMAN, 1994, p. 39).

Somente no ano de 2008, este setor ganha ajustamentos tangíveis mediante a introdução do plano de políticas públicas, as quais visavam a adoção de medidas adequadas a realidade de cada região, respeitando suas devidas singularidades. A busca pelo nivelamento inter-regional expande cada vez mais os investimentos nas universidades públicas, em especial no incremento destas, em zonas periféricas e subdesenvolvidas do território nacional, além da viabilização de tantos outros investimentos no setor privado, alavancando, deste modo, índices muito superiores ao esperado nos anos subsequentes.

Diante deste novo cenário, ainda aquém do desejado, mas mais próximo do ideal esperado, observa-se que tais investimentos têm-se mostrado eficientes, possibilitando a expansão do acesso ao ensino básico e, consequentemente à educação superior às grandes massas marginalizadas. A tendência é que o nivelamento destas esferas sociais ocorra de forma progressiva, o que, por conseguinte, delineará uma nova estrutura social e cultural que começa, aos poucos, a ser composta. Esta previsão assertiva exigirá novas adequações e ajustes. E, mesmo que o Brasil ainda não “seja”, ele aproxima-se, cada vez mais do real ideal conceito de desenvolvimento e em como este deve vir a “ser”. A perspectiva é de que nós possamos, num futuro próximo, contemplar e vivenciar os reflexos positivos deste novo traçado nos mais diversos setores da nossa sociedade brasileira.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ALBUQUERQUE, Wlamyra R. de; FRAGA FILHO, Walter. Uma história do negro no Brasil. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.

FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala. Formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. Global Editora. 48ª edição. Recife- Pernambuco, 2003.

Guia de normalização de monografias, dissertações e teses / Rede de Bibliotecas do Senac São Paulo (organizadora) – São Paulo, 2013. 69 p.

Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos / Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. – Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. 76 p. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc> Acesso em: 24 Set. 2013.

MACEDO, Arthur Roquete de. Educação Superior no Século XXI e a Reforma Universitária Brasileira. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.13, n.47, p. 127-148, abr./jun. 2005.

SCHWARTZMAN, S. Aprendendo com os erros e os acertos do passado: pontos essenciais para a definição de políticas públicas de educação superior. Revista da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior. Estudos, ano 27, nº 39, dez-2010, p. 29-43. Disponível em:<http://archive.org/details/AprendendoComOsErrosEOsAcertosDoPassadoPontosEssenciaisParaA> Acesso em: 24 Set. 2013.

*PI entregue em 29/09/2013 03:58, reenviada com alteração em 30/09/2013 17:06.

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