METODOLOGIA DE PESQUISA – “O que se pode pesquisar na internet?”

MetodologiaDePesquisaNo curso EAD – METODOLOGIA DE PESQUISA da Estácio (2016.2), o conteúdo da aula 1 com referência a “O que se pode pesquisar na internet?” solicita que o aluno acesse e assista a charge do UOL: Garoto Folgadão no link http://charges.uol.com.br/charge-share/2004/10/07/garoto-folgadao-geracao-coca-cola/ porém, esta é uma charge postada em 2004 e não esta mais disponível. Com intuito de contribuir com os colegas desta disciplina disponibilizo aqui uma cópia da referida charge. Bons estudos!

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RUSSOMANNO É O PREFERIDO CONFORME IBOPE

por: Marcelo de Toledo
Baixe o relatório completo da pesquisa em:
http://www.ibopeinteligencia.com/arquivos/JOB_0268-1_SÃO%20PAULO%20-%20Relatório%20de%20tabelas%20(divulgação).pdf

160621_23h_Palacio_do_Anhangabau_Ed_MatarazzoRecentemente, principalmente nas redes sociais, era nítida a aversão das regiões sul e sudeste em relação ao norte e nordeste, acusados de serem os responsáveis por manter a súcia petista. O povo foi para rua clamar por mudança, e as mudanças estão começando. Eis que se aproxima a única arma com poder real de mudança, as eleições, e para meu espanto vejo que os PAULISTANOS não fizeram a lição de casa. Ao término desta leitura não deixe de se expressar, comente, quero crer que o errado sou eu e as melhorias virão. Conto contigo!

O IBOPE divulgou nesta terça-feira (21/06/2016) pesquisa que aponta Celso Russomanno, deputado federal e pré-candidato pelo PRB, como favorito a prefeito da cidade de São Paulo com 26% das intenções de voto.

Os 12 nomes citados na pesquisa foram: Andrea Matarazzo, Celso Russomanno, Delegado Olim, Denise Abreu, Fernando Haddad, João Doria, Laércio Benko, Levy Fidelix, Luiza Erundina, Major Olímpio, Marlene Campos Machado, Marta Suplicy, Pastor Marco Feliciano, Ricardo Young e Roberto Tripoli.

Total pesquisado: 602 pessoas sendo 280 do sexo masculino e 322 do sexo feminino.

O segundo lugar na pesquisa Ibope está embolado entre oito pré-candidatos. Russomanno é seguido pela senadora Marta Suplicy (PMDB), que tem 10%, pela deputada Luiza Erundina (PSOL), que tem 8%, pelo atual prefeito, Fernando Haddad (PT), com 7%, e pelo empresário e pré-candidato do PSDB, João Doria, com 6%. O vereador Andrea Matarazzo (PSD) e o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC) têm 4% cada um. O Delegado Olim (PP) está com 3%; o Major Olímpio (SD) e Roberto Trípoli (PV) alcançaram 2%. Todos estão tecnicamente empatados, por conta da margem de erro de quatro pontos percentuais, para cima ou para baixo.

Os partidos têm até o dia 5 de agosto para realizar as convenções que definirão os candidatos à prefeitura. Já o prazo final para confirmar que o escolhido disputará efetivamente o cargo é o dia 20 de agosto. Pelo menos dois candidatos que estão presentes no levantamento já desistiram da disputa: os partidos de Laércio Benko e Denise Abreu já anunciaram apoio a Doria. A pesquisa foi encomendada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e realizada entre os dias 16 e 19 de junho de 2016.

RESULTADO:

1 – Celso Russomanno (PRB) – 26%
Será que conseguirá ser candidato?
O deputado federal Celso Russomanno esta enrolado com a justiça. Rodrigo Janot (procurador-geral da República) é favorável a sua condenação por peculato. Caso o STF (Supremo Tribunal Federal) o condene ele não poderá ser candidato pois passa a ser um “ficha-suja”. Este senhor, supeito de desvio de dinheiro público (peculato), é o preferido dos paulistanos? Conforme a pesquisa IBOPE, sim.

2 – Marta Suplicy (PMDB) – 10%
De 2.000 a 2.004 exerceu um governo PETISTA, ficou conhecida como MARTAXA após a criação das mais variadas TAXAS para população paulistana, a mais famosa penso que foi a “taxa do lixo”. Criou as unidades CEU e implantou o Bilhete Único, legados que proporcionaram a ela a aprovação de 1/4 dos paulistanos conforme pesquisa realizada em 2013 pelo DATAFOLHA (1.120 entrevistados dias 25 e 26/04/2013). A mesma pesquisa perguntou “Qual o pior prefeito dos últimos 30 anos?” e o resultado foi: 1o. Celso Pitta (27%), 2o. Paulo Maluf (23%), 3o. Gilberto Kassab (18%) e 4o. Marta Suplicy (9%). Conforme o IBOPE o povo tem a preferência em segundo lugar por quem, exercendo o posto de ministra do turismo e em pleno “caos aéreo” de 2007 respondeu ao ser questionada sobre “que incentivo o brasileiro teria para viajar”, “Relaxa e Goza, porque depois você vai esquecer todos os transtornos!”. Esta senhora é a preferida por 10% da população paulistana?

3 – Luiza Erundina (PSOL) – 8%
Eleita em 1.988 exerceu um governo PETISTA de 1.989 a 1.992, foi a primeira mulher a dirigir uma das mais importantes cidades do mundo e a maior cidade do Brasil, a CIDADE DE SÃO PAULO. Sem dúvida é uma pessoa de caráter ético-moral e ideológico raro no meio político brasileiro, proporcionou grande avanço na educação graças ao time excepcional que administrava esta pasta, primeiro Paulo Freire e depois Mário Sérgio Cortella. Administrando pouca receita e com dificuldades de relacionamento com os governos Federal e Estadual teve que priorizar suas ações e, nesta priorização, a cidade de São Paulo tornou-se um grande buraco. Sua gestão ficou marcada pelo excesso de buracos no asfalto em todas as regiões da cidade. Aparentemente 8% da população entrevistada não sabe que somente boas intenções não são suficientes para administrar São Paulo, é necessário uma força política forte.

4 – Fernando Haddad (PT) – 7%
O atual governo PETISTA de Haddad tem mais da metade da cidade (55%) que REPROVAM seu governo, conforme IBOPE existem 12% da população entrevistada que o aprovam (avaliação Ótima/Boa), isto é incrível! Seu péssimo governo será lembrado principalmente pela criação das piores ciclovias do mundo, caríssimas e criadas de modo improvisado não passam de faixas vermelhas no chão que não garantem segurança nem para ciclistas nem para pedestres, uma lástima.

5 – João Doria (PSDB) – 6%
Empresário e presidente fundador do Grupo Doria, presidente do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais). Esse grupo reúne 1,620 empresas brasileiras e multinacionais, representando 52% do PIB privado brasileiro. Qualquer alma boa pensará: – Um homem com tanta riqueza não necessita roubar do povo, aliás, nem político ele é por isso pode ser sim um ótimo prefeito! Será?
O pré-candidato pelo PSDB à prefeitura de São Paulo, João Doria, afirmou em 01/02/2016 em entrevista ao “É Notícia”, da RedeTV!, que a experiência privada é melhor do que a experiência política. “Eu trago exatamente a experiência privada. Eu trago o novo, a experiência privada bem-sucedida. Não trago aqui o ranço da política tradicional”. Novato em eleições, Doria disputou prévias em um PSDB rachado: enquanto o empresário era apoiado pelo governador Geraldo Alckmin, o vereador Andrea Matarazzo tinha a preferência do senador José Serra e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Andrea Matarazzo, ao anunciar a desistência e desfiliação do PSDB disse: “O comportamento de parte do partido nestas prévias que é uma réplica do que o PT está fazendo e o PSDB condena. Vimos compra de votos sem cerimônia com gravações para comprová-la, transporte de eleitores, constrangimento de pessoas, seguranças dentro dos locais de votação e uso da máquina pública”.
Em entrevista dada ao “El País” em 27/12/2015, João Dória disse: “Eu defendo o Estado mínimo, e vou fazer isso. A Prefeitura vai vender tudo aquilo que não for essencial para a gestão pública e a assistência à população que mais precisa. Vamos começar vendendo o estádio do Pacaembu, o autódromo de Interlagos e o parque de convenções do Anhembi. Numa mostra clara e definitiva de que o Estado não pode e não deve estar onde ele não é necessário. Quem deve administrar estes locais é o setor privado.”
E agora? Será que Dória é mais do mesmo? Seria uma versão culta do PT que ao invés de sugar as empresas estatais resolve entregá-las para administração privada?

6 – Andrea Matarazzo (PSD) – 4%
Experiência em eleições: Eleito vereador da cidade de São Paulo em 2012 com 117 mil votos. Conforme o CENSO 2010 a cidade de São Paulo tem 11,89 milhões de habitantes. Sem mais comentários.

7 – Marco Feliciano (PSC) – 4%
Acreditem, o IBOPE indica que o sétimo da lista é este senhor. Talvez porque o pastor Marco Feliciano, internacionalmente conhecido pelo seu enorme repertório de insanidades, é famoso no meio evangélico e por isso foi lembrado. Independentemente da religião que professa, qualquer cidadão pode se tornar elegível, porém, o país já sofre tanto com a radicalização nos mais variados meios que este senhor é altamente abominável para qualquer cargo político. Um homem que visa o bem da nação, a paz, a segurança, não pode jamais incitar a intolerância, o ódio e a vingança.

8 – Delegado Olim (PP) – 3%
Após a reeleição do PT no governo federal decidi que só votaria em policiais civis/militares, por isso não comentarei. Como em todas as atividades há bons e maus profissionais, quero crer que os princípios que aprenderam em suas academias serão honrados através desta representação do povo, precisamos de “ética, justiça e punição”.

9 – Major Olímpio (SD) – 2%
Após a reeleição do PT no governo federal decidi que só votaria em policiais civis/militares, por isso não comentarei. Como em todas as atividades há bons e maus profissionais, quero crer que os princípios que aprenderam em suas academias serão honrados através desta representação do povo, precisamos de “ética, justiça e punição”.

10 – Roberto Trípoli (PV) – 2%
Foi o vereador mais votado da Capital por conta de sua plataforma em defesa dos cães, gatos, e animais em geral. Das 602 pessoas entrevistadas 12 disseram que irão votar no senhor Roberto Trípoli.

11 – Laércio Benko (PHS) – 1%
Estranhei este nome no rol, eu jamais lembraria dele. Como vereador na capital, ganhou destaque com a discussão da proposta que proíbe a produção e a venda de “foie gras”, ou patê de fígado de ganso. A razão da proibição é a crueldade a que os animais são submetidos para produção da iguaria.

12 – Levy Fidelix (PRTB) – 1%
“Vem, vem, vem / Vem que tem / Levy Fidelix / É o homem do Aerotrem” quem não conhece? Há 26 anos na política sem nunca exercer um mandato executivo, ei-lo aqui, novamente. Dispensa comentários.

Denise Abreu (PMB), Marlene Campos Machado (PTB) e Ricardo Young (Rede) não pontuaram.

Brancos/nulos – 21

Não sabe/não respondeu – 5
Cenário mais provável

Em um segundo cenário com menos candidatos, Russomanno está na frente da disputa, com 34%. Marta tem 13%, Erundina fez 9%, Haddad e Doria tiveram 8% e Matarazzo, 6%. Brancos e nulos somaram 20%; 2% dos entrevistados não sabiam ou não responderam.
Na resposta espontânea, em que o entrevistador não indica nenhum nome, Haddad teve 5%, enquanto Russomanno fez 4%. Neste quesito, 54% disseram não saber em quem votar.
A pesquisa também avaliou a rejeição aos candidatos. Haddad teve o índice mais alto, com 46% respondendo que não votariam nele. Marta apareceu com 42%; Feliciano, 31%; Erundina, 29%; Fidelix, 24%; Russomanno, 22%; Olim, 11%; Doria, Olímpio e Marlene, 10%; Trípoli, 9%; Matarazzo, 8%; Benko, Abreu e Young, 7%; 1% pode votar em todos; 6% não sabiam ou não responderam.
Sobre a atual gestão na Prefeitura de São Paulo, Haddad teve 55% de avaliação entre ruim e péssima (os números podem somar mais de 100% por conta dos arredondamentos):

Avaliação da gestão Haddad:
Ruim/péssima – 55%
Regular – 33%
Ótima/boa – 12%
Não sabe/não respondeu – 1%

Aprovação da gestão Haddad:
73% desaprovam
22% aprovam
Não sabe/não respondeu – 5%

A eleição acontecerá em outubro. O Ibope entrevistou 602 pessoas entre os dias 16 e 19 de junho. A pesquisa foi inscrita na Justiça Eleitoral sob o número SP-00908/2016. O nível de confiança do levantamento é estimado em 95%. O levantamento também mensurou a avaliação dos entrevistados a respeito de medidas de mobilidade adotadas pelo prefeito Fernando Haddad.

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O que é Consultoria Empresarial ?

“Consultoria é a atividade profissional de diagnóstico e formulação de soluções acerca de um assunto ou especialidade. O profissonal desta área é chamado de Consultor.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Consultoria – 07/07/2012.

“Consultoria é o fornecimento de determinada prestação de serviços, em geral de um profissional qualificado e conhecedor do tema, provido de remuneração por hora ou projeto, para um deteminado cliente.” Orlickas, Elizenda – Consultoria Interna de RH, conceitos, cases e estratégias – SP: Makron Books, 1998.

No nosso entendimento, podemos dizer que consultoria empresarial é a atividade profissional exercida por um profissional especializado – consultor, através de uma intervenção intencional, com a transferência de conhecimentos, desenvolvimento de habilidades e atitudes, com o objetivo de contribuir para a melhoria do desempenho de uma organização empresarial. Nesse contexto, intervenção é qualquer ação adotada em relação a um sistema do qual o consultor não faz parte formal.

História da Consultoria – uma tradição humana

A consultoria remonta às origens das relações humanas. É ato de conferência para deliberação de qualquer assunto que requeira prudência. Constitui-se na reflexão em busca de uma resposta através do mais adequado conselho ou de forma mais complexa, porém menos objetiva, de um parecer.

Registros antropológicos definem como traço comum às sociedades humanas o surgimento de indivíduos adotados como guias, que aconselhavam suas comunidades em todas as questões, desde relacionamentos, até ações para caça ou a guerra, inclusive aspectos da saúde física e psicológica. Desta forma, podemos concluir que a consultoria deriva da tradição xamãnica, que também deu origem aos homens sagrados (sacerdotes).

De acordo com o Professor Paulo Ricardo Becker Jacintho, na antiga Grécia, os sacerdotes do Oráculo de Delfos proviam consultorias embasadas nas observações sistemáticas e inteligentes dos fenômenos naturais, entendidas naquela época como predições de homens escolhidos pelos deuses e dotados de poderes especiais. Foi nesse ambiente que surgiram os primeiros filósofos e o ideal da busca do conhecimento e do entendimento racional do mundo e da própria humanidade através da ciência.

Foi somente no início do século XX que a consultoria passou a ganhar os moldes da atividade hoje bem definida e caracterizada. Especialmente nas décadas de 40 e 50 nos Estados Unidos e na Europa Ocidental ocorreram importantes avanços na sistematização do trabalho de consultoria, com vinculação eminentemente técnica e científica aliada à experiência e fundamentada em teorias, mas sempre com foco nas soluções práticas.

Pode-se concluir que a consultoria constitui-se na transição do conhecimento e da experiência de um homem em prol de um objetivo humano. Essencialmente, é busca constante do saber preparado para o benefício de outrem. Nas belas palavras de Peter Becker “A consultoria em sua melhor forma é um ato de amor: o desejo de ser genuinamente útil aos outros. Usar o que sabemos, ou sentimos, ou sofremos no caminho para diminuir a carga dos outros.”

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Consultoria – 07/07/2012.

 

Consultoria empresarial enquanto atividade profissional

Consultoria empresarial é o serviço de apoio aos gestores ou proprietários de empresas, para auxiliar nas tomadas de decisões estratégicas, com grande impacto sobre os resultados atuais e futuros da organização.

O foco da consultoria empresarial é definir a melhor alternativa de ação num ambiente de negócios repleto de incertezas, riscos, competição e possibilidades desconhecidas, que representam para os gestores da empresa um problema complexo e de grande importância.

Consultoria empresarial Externa e Interna

O profissional consultor pode estar ou não vinculado a uma organização específica. O consultor que se dedica totalmente a uma organização é chamado Consultor Interno (normalmente empregado desta), mas pode ter outro título formal. Aquele que presta serviços ocasionais é chamado Consultor Externo e pode ser um empregado ou proprietário de uma empresa de consultoria empresarial. Muitos autores consideram apenas o segundo como Consultor efetivamente.

Muitas vezes as empresas possuem ambos os tipos de consultoria empresarial operando ao mesmo tempo. O consultor interno não vem em substituição ao externo, mas sim em complementação. O consultor interno servirá como apoio e ponto focal dos projetos de consultoria, inclusive para minimizar as desvantagens das duas condições isoladamente.

Vantagens e Desvantagens do Consultor Interno

Possui vantagens por estar diariamente em contato com os procedimentos internos, possuir maior conhecimento dos aspectos informais (os chamados atalhos organizacionais), possuir maior acesso a pessoas e grupos de interesse, além de participar da avaliação e do controle do processo inerente ao trabalho. Por último, o consultor interno possui certo poder informal que pode facilitar seu trabalho.

Por outro lado, o consultor interno carece de atualização prática. Seus conhecimentos são adquiridos de maneira teórica, por este não ter oportunidade de aplicar esses novos conhecimentos em diferentes casos e empresas. Por esse mesmo motivo, o consultor interno geralmente possui menos experiência que o consultor autônomo. Dentro da empresa, suas ideias geralmente tem menor aceitação nos altos escalões da empresa e, por normalmente ter vínculo empregatício com o cliente, possuem menor liberdade para dizer e fazer as coisas.

Vantagens e Desvantagens do Consultor Externo

O consultor externo possui maior experiência prática que o interno, por estar sempre em atividade em empresas diferentes, com problemas diferentes. Por esse mesmo motivo, o consultor externo pode trabalhar com maior imparcialidade, tendo dos altos escalões da empresa uma maior confiança. Ainda, este pode estar livre de “vicios” praticados pela empresa, para uma visão diferente de problemas praticados pela empresa.

O consultor externo, ao contrário do interno, pode correr maiores riscos.

Mas também existem desvantagens: o consultor externo possui menor conhecimento dos atalhos organizacionais, pois normalmente não está presente diariamente na empresa cliente.

Tem menor acesso a pessoas e grupos de interesse, além de possuir somente um relativo “poder formal”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Consultoria – 07/07/2012.

 

Tipos De Consultoria

A consultoria pode ser dividida de quatro formas diferentes:

1. De acordo com o serviço ou produto oferecido,
2. De acordo com sua estrutura,
3. De acordo com sua abrangência,
4. Ou ainda de acordo com a forma de relacionamento adotada.

 

Serviço/Produto oferecido

 

O tipo de serviço ou produto oferecido é que vai definir a posição do cliente, pois este item definirá o que o cliente quer do consultor e como o mesmo pode colaborar para sua organização. A partir desta imagem, define-se a contratação ou não do consultor.

 

Este consultor pode ser externo ou interno, segundo Crocco e Guttmann (2005). Porém essa é uma distinção e separação desnecessária, já que ambos passam praticamente pelas mesmas dificuldades no sentido de aceitação e implementação das propostas. O primeiro, quando desempenhado seu serviço, lida com a resistência por parte dos executivos, que não dão a devida importância a essa atividade, e com os funcionários da empresa que às vezes consideram-no um “intruso” em seu ambiente de trabalho. Já o segundo, apesar de já se encontrar inserido nesse ambiente, e já ter mais contato com os funcionários, também encontra resistência dos executivos por não ser levado tão a sério, já que está hierarquicamente abaixo deles, e por dar sugestões “indesejadas” de mudanças na rotina de trabalho. Com os níveis mais baixos a dificuldade é no sentido de muitos “invejarem” o cargo, e também não estarem dispostos a colaborar com mudanças propostas. Daí cabe outra função do consultor, que é a de persuasão e convencimento da sua proposta para o seu cliente, o único que tem poder de decisão sobre a aceitação da ideia.

 

No entanto, Peter Block (2004), aponta diferenças significantes no seu ponto de vista, quanto ao consultor interno e externo. Ele sugere que “consultores internos freqüentemente agem mais por imposição do que por escolha. Isso torna a negociação interna uma proposição de alto risco”. E quanto aos externos, “enfrentam a maioria dessas situações, mas não com a mesma intensidade”, já que possuem diversos outros clientes que estão satisfeitos com seus trabalhos. Ou seja, o primeiro torna-se mais limitado e vulnerável quando apresenta seu diagnóstico.

 

Uma das maiores vantagens da consultoria interna, seria que o consultor já conhece os fatores informais existentes na empresa, conhece as pessoas e o processo em si, podendo assim acompanhar todo o planejamento e implementação de eventuais soluções. Já as vantagens apontadas para a consultoria externa são: a maior experiência e conhecimento que o consultor adquiriu em outras empresas, o risco que ele corre é diferente; tem mais acesso a pessoas de níveis hierárquicos diferentes; tem uma maior possibilidade de fazer críticas à empresa.

 

Estrutura

 

A consultoria empresarial também pode vir a ser categorizada de acordo com sua estrutura, que é determinada e dividida por fatores como o grau de flexibilidade, a metodologia, a adequação à realidade do cliente, o tempo para contratação e o nível de aceitação.

 

Primeiramente vem a consultoria artesanal, onde o consultor usa metodologias específicas para cada empresa em que presta seus serviços. Aqui, acredita-se que para cada tipo de negócio e cada tipo de ambiente existe uma solução diferente.

 

A segunda é a consultoria do tipo pacote fechado, em que o consultor usa um mesmo método para diferentes situações em diversas empresas, uma mesma fórmula para diferentes organizações.

 

Abrangência

A terceira forma de divisão da consultoria se baseia na abrangência, ou seja, na amplitude e na profundidade do trabalho do consultor. Suas características genéricas são: os níveis hierárquicos que se envolvem na contratação do consultor, o desenvolvimento e implementação que vai se seguir, o tempo de contratação, e a resistência encontrada pelo profissional no ambiente estudado.

A consultoria especializada é aquela que age com mais ênfase dentro de apenas um dos setores da empresa. Ela tem aquele foco definido, porém pode vir a influenciar outros departamentos. Aqui a contratação é feita pelo nível que dirige a área de maior destaque na consultoria, e não pelo diretor geral.

A consultoria generalista, ao contrário da especializada, inclui vários pontos ou áreas de conhecimento da empresa. Aqui o consultor é contratado pelos níveis hierárquicos mais altos, que dominam toda a empresa, para que ele possa vir a tratar de problemas que afetem a totalidade da organização.

Consultoria Global ou globalizada é a que consolida serviços em empresas globalizadas e que atua em países diferentes. É de amplitude basicamente territorial.

Forma de relacionamento

Aqui, a divisão é feita de acordo com a maneira que o consultor se relaciona com seu cliente e parceiros de profissão. Algumas das características analisadas são: se há algum tipo de vínculo empregatício, se o produto pode ser trabalhado remotamente, e se há necessidade de algum documento formal.

O consultor associado é aquele que de modo formal ou informal está inserido em uma “rede” ou dentro de uma empresa de consultoria empresarial, onde cada consultor tem sua especialidade, e juntos se complementam, trazendo um resultado mais eficaz, veloz e completo. Uma das vantagens nesse caso é que os consultores trocam experiências entre si, resultando num conhecimento muito maior para todos os profissionais envolvidos.

O consultor autônomo não tem esse tipo de relacionamento com outros consultores. Ele trabalha sozinho e possui conhecimentos em diversas áreas. Normalmente esses profissionais também são palestrantes, já que esta é a melhor forma de propaganda para essa categoria.

Por último vem o consultor virtual. Ele não se encontra pessoalmente com seus clientes, mas de forma remota faz os diagnósticos e propostas de acordo com as necessidades informadas pelo cliente.

 

Características do consultor

Primeiro, cabe definir o que é um consultor. Segundo Peter Block (1991), “o consultor é uma pessoa que, por sua habilidade, postura e posição, têm o poder de influência sobre pessoas, grupos e organizações, mas não tem poder direto para produzir mudanças ou programas de implementação”.

A partir da visão de Crocco e Guttmann (2005), para um profissional ser realmente considerado um consultor empresarial, é necessário que ele siga certas premissas de independência, automotivação, perícia escrita e verbal, capacidade analítica, autenticidade e ética.

Um consultor, como qualquer outro profissional ligado à área empresarial, deve ter como característica pessoal o que se chama de “CHA” no estudo da administração de empresas, ou seja, deve possuir conhecimentos, habilidades e atitudes. Não basta saber o que fazer, é preciso saber como fazer e sobre tudo querer fazer algo.

O comportamento de um consultor deve exteriorizar valores, emoções e seu conhecimento. É preciso ter a capacidade de se comunicar dentro da empresa de forma produtiva, porém tranqüila, deixando claro a todos os colaboradores que está comprometido com seu trabalho, que acredita no que faz, e está disposto a ajudar a empresa. O posicionamento como um colega dos demais funcionários, como o de alguém que está ali para ajudá-los, é imprescindível para que estes criem confiança e não atrapalhem no seu trabalho.

As habilidades do consultor devem estar focadas preferencialmente nos métodos e instrumentos utilizados, no compartilhamento de ideias e informações sobre a empresa, na criação de um clima favorável, na gestão dos recursos disponíveis e na motivação.

O consultor empresarial deve saber também quais as melhores formas de se realizar a coleta de dados para posterior diagnóstico, dentro de cada tipo de organização, observando suas políticas e valores, antes mesmo de iniciar seu trabalho. Ele deve manter-se alinhado aos componentes da cultura organizacional de onde está realizando a consultoria, e respeitá-la. Isso vai garantir uma relação tranqüila com a empresa-cliente, gerando sempre resultados positivos, que podem resultar também em contratações futuras por essa mesma organização e por outras que podem ter conhecimento dos bons resultados. Um consultor que não segue essa linha, e acaba encontrando obstáculos no momento que está realizando sua análise, é considerado um profissional inexperiente e ineficiente no ramo empresarial.

 

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19 BENEFÍCIOS DA ARQUITETURA CORPORATIVA DE ACORDO COM O TOGAF

beneficios_ac1Após entender os Benefícios da Arquiteutra Corporativa e assistir ao excelente vídeo Por que utilizar a Arquitetura Corporativa resolvi sintetizar os benefícios da Arquitetura Corporativa em uma lista extraída do TOGAF, um dos frameworks de Arquitetura Corporativa mais utilizados pelo mercado. Assim como listado no framework, seguem 19 benefícios da utilização da Arquitetura Corporativa agrupados em 4 categorias:

 

  • Melhor operação do negócio:
    1. Redução de custos operacionais do negócio;
    2. Uma organização mais ágil;
    3. Capacidades de negócio compartilhadas através da organização;
    4. Redução de custos de gestão da mudança;
    5. Força de trabalho mais flexível;
    6. Melhoria na Produtividade do Negócio.
  • Operação de TI mais eficiente:
    7. Menor custo de desenvolvimento, suporte e manutenção de software;
    8. Aumento da portabilidade das aplicações;
    9. Aumento da interoperabilidade e uma gestão mais fácil dos sistemas e redes;
    10. Melhoria na competência para tratar assuntos críticos transversais à organização como segurança por exemplo;
    11. Atualização e troca de componentes de sistemas realizados mais facilmente.
  • Melhor retorno sobre os investimentos existentes e riscos reduzidos para investimentos futuros:
    12. Redução da complexidade do negócio e da TI;
    13. Máximo retorno sobre o investimento no negócio existente e na infraestrutura de TI;
    14. Flexibilidade para desenvolver, comprar ou realizar outsourcing soluções de TI e de negócio;
    15. Redução de risco em novos investimentos e no custo de propriedade.
  • Aquisições mais rápidas, simples e com menor custo:
    16. Decisões de compra são mais simples, porque a informação que rege os contratos de aquisição já está disponível em um plano coerente;
    17. O processo de licitação é mais rápido – aumentando a velocidade e a flexibilidade da aquisição, sem sacrificar a coerência da arquitetura;
    18. A capacidade de adquirir sistemas abertos heterogêneos e de vários fornecedores;
    19. A capacidade de garantir recursos mais econômicos.
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AS 5 CAMADAS FUNDAMENTAIS DA ARQUITETURA EMPRESARIAL

Na maior parte das organizações, a área de sistemas de informação teve sua evolução ao longo das décadas passadas de forma “departamentalizada”, originando diversos sistemas de informações isolados entre as áreas de negócio. Apesar da departamentalização ter contribuído para um grande fator de sucesso na informatização das empresas, ela trouxe consigo um grande ônus: a falta de integração dos sistemas de informação. Ao longo do tempo, diversas iniciativas tiveram grande êxito em tratar o problema de falta de integração, desde os sistemas ERP até as tecnologias específicas de barramentos, serviços WEB, SOA, entre outras.

Entretanto, mesmo com todas essas evoluções, muitas organizações médias e grandes ainda possuem um ambiente operacional muito complexo, principalmente pela necessidade sempre presente de responder rapidamente as demandas dos negócios. A falta de conhecimento de todos os “componentes” da organização é muito comum, principalmente quando extrapolamos a situação para além dos sistemas de informação, incluindo também os dados, os servidores, a infraestrutura, os diversos processos de negócio e como tudo isto se relaciona entre si. A confusão pode ficar bem grande como podemos ver neste vídeo.

Neste contexto, a Arquitetura Corporativa, ou Arquitetura Empresarial é a disciplina que busca conhecer todos os componentes de uma organização, como eles relacionam entre si e com o ambiente externo, e a partir daí, derivar as transformações tão necessárias no ambiente operacional para acompanhar as estratégias da organização. Veja neste post mais informações sobre o que é a Arquitetura Corporativa.

Atualmente, existem diversos frameworks que endereçam essas questões e ainda incluem o alinhamento da estratégia da organização com os processos de negócio, aplicações, dados e a tecnologia que a suportam. Dentre esses frameworks, os mais conhecidos são o Framework de Zachman e o TOGAF.

Todos os frameworks disponíveis, de uma maneira ou outra, dividem a arquitetura da organização em Domínios Arquiteturais. Existem diversas propostas para a divisão dessas camadas, entre elas a proposta representada na figura abaixo que divide a organização em cinco domínios arquiteturais, desde a estratégia da organização até a infraestrutura tecnológica. Esses domínios também são conhecidos como camadas da Arquitetura Corporativa.

Sem títuloA Estratégia tem o objetivo de descrever e modelar as principais metas e objetivos da organização alinhados com a sua missão e visão. É uma atividade que está associada ao planejamento estratégico que a organização faz, normalmente em um horizonte de 5, 10 ou 20 anos.

A Camada de Negócio descreve o modelo de negócio da organização, mapeia seus macroprocessos, detalha os processos de negócio, podendo chegar até o nível de atividades e tarefas.

A Camada de Aplicações descreve e organiza todos os sistemas de informação utilizados na organização, além de serviços, componentes, processos em batch e tudo que pode ser relacionado ao processamento da informação. Esta camada também tem como objetivo mapear todas as integrações e interfaces entre esses componentes, indicando quem usa determinado serviço de quem e o porquê.

A Camada de Informação mapeia e descreve todo o conjunto das classes de dados de alto nível do negócio, define os dados mestres da organização, indica as diversas possíveis versões e fontes de dados espalhadas pela organização e relaciona com os sistemas de informação que as utilizam.

Por fim, a última camada, chamada de Camada Tecnológica, ou Camada de Infraestrutura define a tecnologia de servidores, redes de comunicação e equipamentos que suportam as aplicações e dados da organização.

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Afastada, Dilma mantém salário, Alvorada, avião e assessores

20160512_SaiDilmaEntraTemer2Um ano e dois meses depois da primeira grande manifestação em favor do impeachment, a presidente Dilma Rousseff foi afastada pelo Senado em votação realizada nesta quinta-feira (12/05/2016) depois de uma sessão de mais de vinte horas. É a segunda chefe de Estado a enfrentar formalmente um processo de impeachment desde a redemocratização, 24 anos após Fernando Collor. No placar, 55 senadores votaram a favor da continuidade do processo de impeachment e 22 foram contra. Ela deixa a Presidência um ano e quatro meses depois de assumir o segundo mandato, e o vice Michel Temer assume interinamente. Dilma está caindo porque cometeu crime de responsabilidade: no caso, atentou contra a Lei Fiscal — transgressão devidamente prevista no Inciso VI do Artigo 86 da Constituição, com penalidade prevista na Lei 1.079. A vida de Temer não será fácil, já que o PMDB é parte do fiasco do atual governo. O presidente interino vai ter que ser muito hábil politicamente para administrar os interesses do Congresso e manter a governabilidade.
Mesmo com o afastamento consumado, a presidente Dilma continuará recebendo salário de R$ 31 mil. O anúncio foi feito pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao final da votação. Segundo Renan, a presidente continuará morando no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Também terá direito a transporte aéreo presidencial, equipe a serviço do gabinete pessoal, apoio à saúde, carros e motoristas.
Boa sorte Temer, boa sorte BRASIL!
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Compartilho abaixo texto do Reinaldo Azevedo publicado em 12/05/2016 07:44 na VEJA.com:
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Doze anos, quatro meses e 11 dias! Esse é quanto durou o PT no poder. É pouco? Não! Foi o partido que mais tempo ficou no comando da máquina federal desde a redemocratização do Brasil. Aliás, excetuando-se os regimes ditatoriais, foi a legenda mais duradoura do período republicano. Assim, meus caros, se vocês acham que o país tem algumas mazelas a reparar, convém indagar também a responsabilidade do PT.
Embora o afastamento, em princípio, seja temporário, é evidente que a presidente Dilma não volta ao Palácio do Planalto, salvo um cataclismo do governo Michel Temer, o que, parece-me, nem os petistas conseguirão provocar. A repulsa ao petismo é de tal sorte grande que, no raiar da manhã, ouviram-se rojões de comemoração.
Atenção! Na jornada desta quarta e quinta, bastavam, de fato, 22 votos para afastar a presidente. Por quê? O relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), recomendado a abertura do processo, precisava ser aprovado por maioria simples para que Dilma tivesse de deixar o Palácio por um período máximo de 180 dias. O que é a maioria simples? Metade mais um dos senadores presentes desde que garantido o quórum de metade mais um do total de parlamentares. Ou por outra: a votação só pode acontecer com 42 presentes, bastando, portanto, os 22 votos para afastar a mandatária.
Mas o que se viu foi casa cheia. Votaram 78 senadores: 55 a favor do afastamento, 22 contra e uma abstenção de praxe: a do presidente da Casa, Renan Calheiros. Atingiu-se, pois, já na fase da admissibilidade, a maioria qualificada para a aprovação do impeachment: são necessários 54 votos para a condenação.
Alguém poderia dizer: “Mas apenas um a mais? Se dois senadores retirarem o apoio, então não há impeachment?” Bem, a conta não é tão simples assim. Notem que esse é o placar que se tem antes de o futuro governo se estabelecer, quando algumas reticências ainda estão no ar. Parece improvável que os 55 de agora mudem de ideia. Daí ser a votação desta quarta e quinta, na prática, um julgamento antecipado.
Dilma gravou um pronunciamento à nação, que será divulgado nas redes sociais. Vai insistir na tese impossível do golpe — aquela mesmo que seduziu apenas os já convertidos. E que não tem como ser explicada por um critério mínimo de razoabilidade.
Tal conversa mole é juridicamente insustentável e politicamente absurda, uma vez que um presidente da República jamais será deposto se contar com o apoio da maioria da população e do Parlamento. No Presidencialismo à brasileira, só cai quem perde as condições de governabilidade. E Dilma, por óbvio, as perdeu.
Assim, com um pouco de amor pelo país, a petista deveria, desde logo, renunciar ao mandato. Dilma não está numa prova de resistência; Dilma não está num desafio em que se testa a sua resiliência; Dilma não está numa competição consigo mesma para avaliar a sua disposição ao sofrimento.
Toda essa disposição subjetiva que buscaria evidenciar a têmpera única de seu caráter tem, a essa altura, uma vítima: o povo brasileiro. Ora, ela fará a narrativa do golpe de qualquer modo, não é? Melhor que o faça com o país livre de sua sombra. Quando, finalmente, for condenada pelo Senado, ela perderá o foro especial por prerrogativa de função. Poderia nos poupar a todos dessa pantomima lamentável.
É uma pena que não saiba morrer o que viver não soube.
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Tchau Tinky Winky! Tchau Lala! Tchau Dipsy! Tchau Po! Tchau Dilma!

160511_DilmaFazAsMalasÉ HORA DE DAR TCHAU!

O plenário do Senado vota nesta quarta-feira (11) se aceita ou não iniciar o julgamento da denúncia que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
São necessários os votos da maioria simples da Casa, isto é, de 41 dos 81 senadores, para o processo avançar.
Caso o Senado acolha o pedido, a presidente é notificada e pode ficar afastada por até 180 dias, se o julgamento não acabar nesse prazo, ela volta ao cargo.
O vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) assume a Presidência interinamente, com poderes plenos.
Se os senadores decidirem não levar adiante a cassação do mandato de Dilma, a denúncia é arquivada e fica extinto o processo contra Dilma.
Mas, para o bem geral da nação, acredito que para senhora Dilma hoje é dia de fazer as malas.
TCHAU, QUERIDA!

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Bolsa fecha em baixa de 1,41% após ‘susto’ com impeachment; dólar sobe

160510_WaldirMaranhaoO mercado financeiro doméstico iniciou a segunda-feira (9) de mau humor, influenciado pelo cenário externo desfavorável. Por volta das 12h, a notícia de que o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA) decidiu anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff fez o dólar disparar quase 5%, para a casa dos R$ 3,67, e o Ibovespa cair até 3,5%, abaixo dos 50.000 pontos.
Os investidores foram se acalmando à medida de que ganhava força a avaliação de que a decisão de Maranhão não prosperaria. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou mais tarde em plenário sua decisão de ignorar o ato do presidente interino da Câmara.
Com a decisão do peemedebista, o Senado mantém a previsão de votação da abertura do processo de impeachment para quarta-feira (11).
Entretanto, segundo analistas e operadores, a cautela nos negócios deve predominar pelo menos até a votação do processo de impeachment no plenário do Senado. O dólar comercial fechou em alta, na faixa dos R$ 3,52, o dólar à vista no patamar de R$ 3,55 e o Ibovespa caiu 1,41%.
“Foi um susto, mas logo os negócios foram voltando à normalidade, já que ninguém no mercado acreditava que a anulação do impeachment iria adiante”, comenta um operador.
Após bater a mínima de 49.907,77 pontos (-3,50%), o Ibovespa fechou em baixa de 1,41%, aos 50.990,06 pontos. O giro financeiro foi de R$ 7,9 bilhões.
O índice foi pressionado pelas ações de Vale, Petrobras e siderúrgicas.
O motivo foram os dados ruins da balança comercial da China e o recuo no preço das commodities.
Os papéis PNA da Vale caíram 8,65%, a R$ 12,35, e os ON, -9,77%, a R$ 15,23, influenciados pela queda do minério de ferro no mercado internacional.
O minério de ferro entregue em Qingdao, na China, caiu 5,66% nesta segunda-feira, para US$ 54,99 a tonelada.
Entre as siderúrgicas, CSN ON caiu 10,05%; Gerdau PN, -6,12%; e Usiminas PNA, -9,01%.
As ações PN da Petrobras perderam 5,95%, a R$ 9,48, e as ON, -6,65%, a R$ 12,07. Em Londres, o petróleo Brent recuava 3,86%, a US$ 43,62 o barril; em Nova York, o petróleo tipo WTI caía 2,73%, a US$ 43,44 o barril.
No setor financeiro, Banco do Brasil ON recuou 2,12%; Itaú Unibanco PN subiu 0,62%; Bradesco PN, +0,63%; Santander unit, +0,87%; e BM&FBovespa ON, +0,24%.
“A decisão do presidente interino da Câmara reforçou a tendência que prevalecia nesta manhã nos mercados locais, por conta de um cenário externo menos favorável”, comenta a equipe de análise da Guide Investimentos, em relatório. “Afinal, dados fracos de exportações e importações chinesas colocavam um viés de baixa sobre as commodities e aumentavam receios sobre o futuro crescimento do país asiático.”
Na China, segunda maior economia do mundo e grande consumidor de commodities, as exportações caíram 1,8% em abril na comparação anual, enquanto as importações recuaram 10,9%.
DÓLAR
O dólar comercial, que avançou até 4,90%, a R$ 3,6770, terminou em alta de 0,54%, a R$ 3,5240. O dólar à vista –que na máxima da sessão chegou a subir 4,75%, a R$ 3,6755— fechou com ganho de 1,43%, a R$ 3,5590.
Pelo quarto dia seguido, o Banco Central não realizou leilão de swap cambial reverso, equivalente à compra de dólares pela autoridade monetária. Analistas avaliam que o BC só deverá voltar a atuar se a moeda americana ficar abaixo de R$ 3,50.
O dólar se valorizou frente a quase todas as moedas globais, fortalecido pela queda das commodities e pelas especulações de que o Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) poderá subir os juros mesmo com sinais de desaceleração no mercado de trabalho americano.
Hideaki Ilha, operador de câmbio da Fair Corretora, acredita que, além do cenário externo negativo, a informação de que o vice-presidente Michel Temer quer evitar uma queda maior do dólar ante o real, no caso de ele substituir a presidente Dilma Rousseff, tem ajudado a manter as cotações acima dos R$ 3,50. “Quando o dólar chega a esse piso, praticamente não há vendas.”
No mercado de juros futuros, o contrato de DI para janeiro de 2017 avançou de 13,675% para 13,695%; o DI para janeiro de 2021 subiu de 12,580% para 12,690%.
O CDS (credit default swap), espécie de seguro contra calote e indicador da percepção de risco do país, subiu 1,79%, aos 347,551 pontos.
EXTERIOR
Na Bolsa de Nova York, o índice S&P 500 terminou em alta de 0,08%; o Dow Jones, -0,20% e o Nasdaq, +0,30%.
Na Europa, os índices também fecharam com sinais mistos: Londres (-0,18%); Paris (+0,50%); Frankfurt (+1,12%); Madri (-0,47%); e Milão (-0,88%).
Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 2,07%, enquanto o índice da Bolsa de Xangai teve queda de 2,76%, com a piora das exportações e importações do país.
O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio subiu 0,68%.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/05/
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Anulação de impeachment faz Bolsa cair até 3,5% e dólar subir 4,75%

160509_MRT_Simulador_BovespaA notícia de que o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assinou uma decisão nesta segunda-feira (9) para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso fez a Bolsa cair 3,5% e o dólar disparar até 4,75%.
O Ibovespa já operava em queda de mais de 1,8% e o dólar subia cerca de 0,5% ante o real nesta sessão, pressionados pela queda das commodities e dados ruins sobre o comércio exterior da China. A informação pegou os investidores de surpresa, já que o afastamento da presidente Dilma Rousseff, em votação no plenário do Senado nesta quarta-feira (11), era dado como certo.
Em comentário, André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, afirma que, se confirmada a decisão de Waldir Maranhão, “o mercado ficará vendido em Brasil nos mais diversos ativos”.
Ou seja, a Bolsa vai cair mais e o dólar se valorizar ante o real, invertendo o movimento visto nos últimos dois meses com as expectativas de impeachment de Dilma Rousseff. André Perfeito afirma, no entanto, não acreditar que a medida irá reverter o processo de afastamento de Dilma. “Mas sem dúvida o uso desta ‘bomba atômica’ irá comprar mais tempo para a defesa da presidente.”
Fonte: folha.uol.com.br/mercado 09/05/2016 12h30m
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Consumidor deve fugir das empresas que prometem limpar nome sujo

160508_golpe_nome_sujoCom o aumento da inadimplência, os balcões do cadastro de negativados viraram um território para golpistas. De olho em mais de 60 milhões de brasileiros sujos na praça, essas empresas prometem limpar o nome cobrando uma “taxinha”, mas somem com o dinheiro pago pelo “serviço”.
“Não existe milagre. Não dá para limpar o nome sem pagar a dívida,” diz Flávio Calife, economista do birô de crédito Boa Vista Serviços.
O problema é que propostas como essas, do tipo “trago a pessoa amada em três dias”, são cada vez mais frequentes. O consumidor vai ao balcão de atendimento de Serasa Experian, Boa Vista Serviços ou SPC Brasil para consultar suas dívidas vencidas e é abordado por pessoas entregando folhetos.
“Alguns desses prestadores de serviço são sérios, mas desnecessários”, afirma Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.
CUIDADO! Pesquise na internet como negociar sua dívida, pesquise bastante, negocie diretamente com a empresa onde você contraiu a dívida.

Boa sorte!

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