Deve a Universidade adaptar-se à sociedade ou a sociedade a ela?

Creio que um conjunto de ações internas (Universidade) gerará adaptação de ambos lados. Sem perder o foco na transmissão do conhecimento, democratizar a sala de aula é o ponto principal para alcançar esta associação. Democratizar o espaço de ensino é forçar e permitir a interação dos estudantes às práticas pedagógicas de tal modo que gerem questionamento e consequente pesquisa que proporcionará o debate. Esta simbiose(sic) Universidade x Sociedade ocorrerá por influência do professor que através da mediação e interação proporcionará a aprendizagem que gera aproximação, principalmente após a constatação de que não estamos apenas replicando conhecimento onde os futuros profissionais irão apenas reproduzir o saber existente devido a falta de estímulos criativos durante o processo de aprendizagem. Resumindo: Penso que ambas afirmações serão corretas, de forma positiva ou negativa, dependerão da prática pedagógica escolhida.

E você? O que pensa sobre isso? Comente!

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Políticas públicas para a educação

Como as políticas públicas para a educação têm acompanhado e se diversificando para entender as contradições e pluralidade da sociedade brasileira?

Os princípios que regem uma determinada época e uma dada sociedade, bem como as leis oriundas de seu contexto histórico e cultural são sistemas que interagem e cruzam influências. Assim, o sistema escravagista brasileiro teve um papel fundamental em todas as esferas da nossa sociedade. A peculiaridade da aplicação deste sistema no Brasil concernia na concentração do poder nas mãos de uma pequena minoria. As distâncias sociais eram tanto maiores à medida que se afastavam dos valores europeus. Isso fez que a aculturação e a “desafricanização”, por assim dizer, da grande massa excluída, aproximasse-se do modelo ideal do composto minoritário como viés para ascensão social, de chegar aos postos cobiçados, àqueles que davam maior liberdade, segurança e prestígio. Nesta perspectiva a aculturação aparece sob seu verdadeiro prisma que é o de ser uma luta pelo “status social”. As influências reflexas deste regime podem ser ainda observadas e simbolizam as heranças culturais e sociais que compõem o atual cenário brasileiro.

Nas conjunturas contemporâneas, com o advento do desenvolvimento da tecnologia e da globalização, ganha um destaque cada vez maior a necessidade da mudança de paradigmas, tais como a estratificação e a inobservância das influências reflexas produzidas pela diversidade socioambiental brasileira. Ora, sendo o desenvolvimento de uma determinada sociedade analisado pelo grau de desenvolvimento intelectual de seus membros e, constituindo este um dos medidores de qualidade de vida (IDH), os investimentos na educação compõem premissa básica para um melhor desempenho em todos os demais setores.

No Brasil, as problemáticas sociais e culturais refletem os frutos dos conflitos e das tensões ideológicas e ressaltavam as imperativas necessidades de mudança visando o bem comum, sendo este, fator preponderante na distinção da vitalidade de uma sociedade bem estruturada. A disparidade econômica entre as diversas regiões do país contribuem para má qualidade do ensino básico, sendo este um dos principais indicadores da falta de acesso destas massas ao ensino superior. No que concordam os autores Macedo, Trevisan Vettorato, Trevisan e Sperandeo de Macedo ao afirmarem que a prerrogativa da

“(…) adequação desse sistema para o enfrentamento dos desafios da sociedade do conhecimento, em um país como o Brasil, deve necessariamente resolver três questões: a modernização do sistema, o efetivo aprimoramento da qualidade da educação brasileira em todos os níveis, graus e modalidades e a democratização do ensino promovendo a inclusão social.”
(MACEDO et al, 2005, p. 27.)

Durante longos anos este ingresso manteve-se restrito a uma determinada esfera social, demostrando uma evidente segregação classial e discrepância regional. Os baixos investimentos na educação básica e superior foram uma realidade marcante. Deste modo, afirma Schwartzman que,

“Os sistemas de educação superior modernos tendem a desempenhar uma pluralidade de papéis frequentemente contraditórios, uma característica que se acentua ainda mais em uma sociedade tão profundamente estratificada e diferenciada como a brasileira. Parece ser mais recomendável reconhecer as diferenças, e tratar de responder a elas de forma pluralista, do que tratar de negá-las pela via da imposição de igualdades formais, que tendem a intensificar ainda mais os processos de estratificação e de desigualdade. A educação superior brasileira já vem se diversificando na prática, e hoje ela pode ser descrita a partir de algumas de suas principais funções.”
(SCHWARTZMAN, 1994, p. 39).

Somente no ano de 2008, este setor ganha ajustamentos tangíveis mediante a introdução do plano de políticas públicas, as quais visavam a adoção de medidas adequadas a realidade de cada região, respeitando suas devidas singularidades. A busca pelo nivelamento inter-regional expande cada vez mais os investimentos nas universidades públicas, em especial no incremento destas, em zonas periféricas e subdesenvolvidas do território nacional, além da viabilização de tantos outros investimentos no setor privado, alavancando, deste modo, índices muito superiores ao esperado nos anos subsequentes.

Diante deste novo cenário, ainda aquém do desejado, mas mais próximo do ideal esperado, observa-se que tais investimentos têm-se mostrado eficientes, possibilitando a expansão do acesso ao ensino básico e, consequentemente à educação superior às grandes massas marginalizadas. A tendência é que o nivelamento destas esferas sociais ocorra de forma progressiva, o que, por conseguinte, delineará uma nova estrutura social e cultural que começa, aos poucos, a ser composta. Esta previsão assertiva exigirá novas adequações e ajustes. E, mesmo que o Brasil ainda não “seja”, ele aproxima-se, cada vez mais do real ideal conceito de desenvolvimento e em como este deve vir a “ser”. A perspectiva é de que nós possamos, num futuro próximo, contemplar e vivenciar os reflexos positivos deste novo traçado nos mais diversos setores da nossa sociedade brasileira.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ALBUQUERQUE, Wlamyra R. de; FRAGA FILHO, Walter. Uma história do negro no Brasil. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.

FREYRE, Gilberto. Casa-grande & Senzala. Formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. Global Editora. 48ª edição. Recife- Pernambuco, 2003.

Guia de normalização de monografias, dissertações e teses / Rede de Bibliotecas do Senac São Paulo (organizadora) – São Paulo, 2013. 69 p.

Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos / Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. – Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007. 76 p. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc> Acesso em: 24 Set. 2013.

MACEDO, Arthur Roquete de. Educação Superior no Século XXI e a Reforma Universitária Brasileira. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.13, n.47, p. 127-148, abr./jun. 2005.

SCHWARTZMAN, S. Aprendendo com os erros e os acertos do passado: pontos essenciais para a definição de políticas públicas de educação superior. Revista da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior. Estudos, ano 27, nº 39, dez-2010, p. 29-43. Disponível em:<http://archive.org/details/AprendendoComOsErrosEOsAcertosDoPassadoPontosEssenciaisParaA> Acesso em: 24 Set. 2013.

*PI entregue em 29/09/2013 03:58, reenviada com alteração em 30/09/2013 17:06.

http://acervo.novaescola.org.br/img/politicas-publicas/plano-nacional-educacao-g.gif

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Professor atualizado é o que utiliza o computador, o laptop e o celular para ensinar?

Acredite, há professores que se utilizam destes instrumentos tecnológicos e por isso pensam pertencer a um grupo de elite, adaptado a um novo paradigma da educação, a educação do século XXI.
Suas aulas passam a ser um verdadeiro show de luzes e sons dignos de uma salva de palmas ao final da apresentação.
Mas, infelizmente, muitos apenas sabem como manejar estes instrumentos tecnológicos, aprenderam o CTRL+C/CTRL+V para textos, imagens, gifs, gráficos, templates de Power Point, Prezzi, provavelmente adquiriram o Livro “FAÇA COMO STEVE JOBS e realize apresentações incríveis em qualquer situação” onde o autor descreve o magnetismo exercido por Jobs em suas apresentações.
Estas habilidades tecnológicas podem ser utilizadas para disfarçar a falta de condições do docente promover uma relação de ensino e aprendizagem que produzam a assimilação do conteúdo.
Qual sua opinião? Concorda? Discorda? Participe, deixe seu comentário!

Marcelo de Toledo

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METODOLOGIA DE PESQUISA – “O que se pode pesquisar na internet?”

MetodologiaDePesquisaNo curso EAD – METODOLOGIA DE PESQUISA da Estácio (2016.2), o conteúdo da aula 1 com referência a “O que se pode pesquisar na internet?” solicita que o aluno acesse e assista a charge do UOL: Garoto Folgadão no link http://charges.uol.com.br/charge-share/2004/10/07/garoto-folgadao-geracao-coca-cola/ porém, esta é uma charge postada em 2004 e não esta mais disponível. Com intuito de contribuir com os colegas desta disciplina disponibilizo aqui uma cópia da referida charge. Bons estudos!

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RUSSOMANNO É O PREFERIDO CONFORME IBOPE

por: Marcelo de Toledo
Baixe o relatório completo da pesquisa em:
http://www.ibopeinteligencia.com/arquivos/JOB_0268-1_SÃO%20PAULO%20-%20Relatório%20de%20tabelas%20(divulgação).pdf

160621_23h_Palacio_do_Anhangabau_Ed_MatarazzoRecentemente, principalmente nas redes sociais, era nítida a aversão das regiões sul e sudeste em relação ao norte e nordeste, acusados de serem os responsáveis por manter a súcia petista. O povo foi para rua clamar por mudança, e as mudanças estão começando. Eis que se aproxima a única arma com poder real de mudança, as eleições, e para meu espanto vejo que os PAULISTANOS não fizeram a lição de casa. Ao término desta leitura não deixe de se expressar, comente, quero crer que o errado sou eu e as melhorias virão. Conto contigo!

O IBOPE divulgou nesta terça-feira (21/06/2016) pesquisa que aponta Celso Russomanno, deputado federal e pré-candidato pelo PRB, como favorito a prefeito da cidade de São Paulo com 26% das intenções de voto.

Os 12 nomes citados na pesquisa foram: Andrea Matarazzo, Celso Russomanno, Delegado Olim, Denise Abreu, Fernando Haddad, João Doria, Laércio Benko, Levy Fidelix, Luiza Erundina, Major Olímpio, Marlene Campos Machado, Marta Suplicy, Pastor Marco Feliciano, Ricardo Young e Roberto Tripoli.

Total pesquisado: 602 pessoas sendo 280 do sexo masculino e 322 do sexo feminino.

O segundo lugar na pesquisa Ibope está embolado entre oito pré-candidatos. Russomanno é seguido pela senadora Marta Suplicy (PMDB), que tem 10%, pela deputada Luiza Erundina (PSOL), que tem 8%, pelo atual prefeito, Fernando Haddad (PT), com 7%, e pelo empresário e pré-candidato do PSDB, João Doria, com 6%. O vereador Andrea Matarazzo (PSD) e o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC) têm 4% cada um. O Delegado Olim (PP) está com 3%; o Major Olímpio (SD) e Roberto Trípoli (PV) alcançaram 2%. Todos estão tecnicamente empatados, por conta da margem de erro de quatro pontos percentuais, para cima ou para baixo.

Os partidos têm até o dia 5 de agosto para realizar as convenções que definirão os candidatos à prefeitura. Já o prazo final para confirmar que o escolhido disputará efetivamente o cargo é o dia 20 de agosto. Pelo menos dois candidatos que estão presentes no levantamento já desistiram da disputa: os partidos de Laércio Benko e Denise Abreu já anunciaram apoio a Doria. A pesquisa foi encomendada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e realizada entre os dias 16 e 19 de junho de 2016.

RESULTADO:

1 – Celso Russomanno (PRB) – 26%
Será que conseguirá ser candidato?
O deputado federal Celso Russomanno esta enrolado com a justiça. Rodrigo Janot (procurador-geral da República) é favorável a sua condenação por peculato. Caso o STF (Supremo Tribunal Federal) o condene ele não poderá ser candidato pois passa a ser um “ficha-suja”. Este senhor, supeito de desvio de dinheiro público (peculato), é o preferido dos paulistanos? Conforme a pesquisa IBOPE, sim.

2 – Marta Suplicy (PMDB) – 10%
De 2.000 a 2.004 exerceu um governo PETISTA, ficou conhecida como MARTAXA após a criação das mais variadas TAXAS para população paulistana, a mais famosa penso que foi a “taxa do lixo”. Criou as unidades CEU e implantou o Bilhete Único, legados que proporcionaram a ela a aprovação de 1/4 dos paulistanos conforme pesquisa realizada em 2013 pelo DATAFOLHA (1.120 entrevistados dias 25 e 26/04/2013). A mesma pesquisa perguntou “Qual o pior prefeito dos últimos 30 anos?” e o resultado foi: 1o. Celso Pitta (27%), 2o. Paulo Maluf (23%), 3o. Gilberto Kassab (18%) e 4o. Marta Suplicy (9%). Conforme o IBOPE o povo tem a preferência em segundo lugar por quem, exercendo o posto de ministra do turismo e em pleno “caos aéreo” de 2007 respondeu ao ser questionada sobre “que incentivo o brasileiro teria para viajar”, “Relaxa e Goza, porque depois você vai esquecer todos os transtornos!”. Esta senhora é a preferida por 10% da população paulistana?

3 – Luiza Erundina (PSOL) – 8%
Eleita em 1.988 exerceu um governo PETISTA de 1.989 a 1.992, foi a primeira mulher a dirigir uma das mais importantes cidades do mundo e a maior cidade do Brasil, a CIDADE DE SÃO PAULO. Sem dúvida é uma pessoa de caráter ético-moral e ideológico raro no meio político brasileiro, proporcionou grande avanço na educação graças ao time excepcional que administrava esta pasta, primeiro Paulo Freire e depois Mário Sérgio Cortella. Administrando pouca receita e com dificuldades de relacionamento com os governos Federal e Estadual teve que priorizar suas ações e, nesta priorização, a cidade de São Paulo tornou-se um grande buraco. Sua gestão ficou marcada pelo excesso de buracos no asfalto em todas as regiões da cidade. Aparentemente 8% da população entrevistada não sabe que somente boas intenções não são suficientes para administrar São Paulo, é necessário uma força política forte.

4 – Fernando Haddad (PT) – 7%
O atual governo PETISTA de Haddad tem mais da metade da cidade (55%) que REPROVAM seu governo, conforme IBOPE existem 12% da população entrevistada que o aprovam (avaliação Ótima/Boa), isto é incrível! Seu péssimo governo será lembrado principalmente pela criação das piores ciclovias do mundo, caríssimas e criadas de modo improvisado não passam de faixas vermelhas no chão que não garantem segurança nem para ciclistas nem para pedestres, uma lástima.

5 – João Doria (PSDB) – 6%
Empresário e presidente fundador do Grupo Doria, presidente do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais). Esse grupo reúne 1,620 empresas brasileiras e multinacionais, representando 52% do PIB privado brasileiro. Qualquer alma boa pensará: – Um homem com tanta riqueza não necessita roubar do povo, aliás, nem político ele é por isso pode ser sim um ótimo prefeito! Será?
O pré-candidato pelo PSDB à prefeitura de São Paulo, João Doria, afirmou em 01/02/2016 em entrevista ao “É Notícia”, da RedeTV!, que a experiência privada é melhor do que a experiência política. “Eu trago exatamente a experiência privada. Eu trago o novo, a experiência privada bem-sucedida. Não trago aqui o ranço da política tradicional”. Novato em eleições, Doria disputou prévias em um PSDB rachado: enquanto o empresário era apoiado pelo governador Geraldo Alckmin, o vereador Andrea Matarazzo tinha a preferência do senador José Serra e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Andrea Matarazzo, ao anunciar a desistência e desfiliação do PSDB disse: “O comportamento de parte do partido nestas prévias que é uma réplica do que o PT está fazendo e o PSDB condena. Vimos compra de votos sem cerimônia com gravações para comprová-la, transporte de eleitores, constrangimento de pessoas, seguranças dentro dos locais de votação e uso da máquina pública”.
Em entrevista dada ao “El País” em 27/12/2015, João Dória disse: “Eu defendo o Estado mínimo, e vou fazer isso. A Prefeitura vai vender tudo aquilo que não for essencial para a gestão pública e a assistência à população que mais precisa. Vamos começar vendendo o estádio do Pacaembu, o autódromo de Interlagos e o parque de convenções do Anhembi. Numa mostra clara e definitiva de que o Estado não pode e não deve estar onde ele não é necessário. Quem deve administrar estes locais é o setor privado.”
E agora? Será que Dória é mais do mesmo? Seria uma versão culta do PT que ao invés de sugar as empresas estatais resolve entregá-las para administração privada?

6 – Andrea Matarazzo (PSD) – 4%
Experiência em eleições: Eleito vereador da cidade de São Paulo em 2012 com 117 mil votos. Conforme o CENSO 2010 a cidade de São Paulo tem 11,89 milhões de habitantes. Sem mais comentários.

7 – Marco Feliciano (PSC) – 4%
Acreditem, o IBOPE indica que o sétimo da lista é este senhor. Talvez porque o pastor Marco Feliciano, internacionalmente conhecido pelo seu enorme repertório de insanidades, é famoso no meio evangélico e por isso foi lembrado. Independentemente da religião que professa, qualquer cidadão pode se tornar elegível, porém, o país já sofre tanto com a radicalização nos mais variados meios que este senhor é altamente abominável para qualquer cargo político. Um homem que visa o bem da nação, a paz, a segurança, não pode jamais incitar a intolerância, o ódio e a vingança.

8 – Delegado Olim (PP) – 3%
Após a reeleição do PT no governo federal decidi que só votaria em policiais civis/militares, por isso não comentarei. Como em todas as atividades há bons e maus profissionais, quero crer que os princípios que aprenderam em suas academias serão honrados através desta representação do povo, precisamos de “ética, justiça e punição”.

9 – Major Olímpio (SD) – 2%
Após a reeleição do PT no governo federal decidi que só votaria em policiais civis/militares, por isso não comentarei. Como em todas as atividades há bons e maus profissionais, quero crer que os princípios que aprenderam em suas academias serão honrados através desta representação do povo, precisamos de “ética, justiça e punição”.

10 – Roberto Trípoli (PV) – 2%
Foi o vereador mais votado da Capital por conta de sua plataforma em defesa dos cães, gatos, e animais em geral. Das 602 pessoas entrevistadas 12 disseram que irão votar no senhor Roberto Trípoli.

11 – Laércio Benko (PHS) – 1%
Estranhei este nome no rol, eu jamais lembraria dele. Como vereador na capital, ganhou destaque com a discussão da proposta que proíbe a produção e a venda de “foie gras”, ou patê de fígado de ganso. A razão da proibição é a crueldade a que os animais são submetidos para produção da iguaria.

12 – Levy Fidelix (PRTB) – 1%
“Vem, vem, vem / Vem que tem / Levy Fidelix / É o homem do Aerotrem” quem não conhece? Há 26 anos na política sem nunca exercer um mandato executivo, ei-lo aqui, novamente. Dispensa comentários.

Denise Abreu (PMB), Marlene Campos Machado (PTB) e Ricardo Young (Rede) não pontuaram.

Brancos/nulos – 21

Não sabe/não respondeu – 5
Cenário mais provável

Em um segundo cenário com menos candidatos, Russomanno está na frente da disputa, com 34%. Marta tem 13%, Erundina fez 9%, Haddad e Doria tiveram 8% e Matarazzo, 6%. Brancos e nulos somaram 20%; 2% dos entrevistados não sabiam ou não responderam.
Na resposta espontânea, em que o entrevistador não indica nenhum nome, Haddad teve 5%, enquanto Russomanno fez 4%. Neste quesito, 54% disseram não saber em quem votar.
A pesquisa também avaliou a rejeição aos candidatos. Haddad teve o índice mais alto, com 46% respondendo que não votariam nele. Marta apareceu com 42%; Feliciano, 31%; Erundina, 29%; Fidelix, 24%; Russomanno, 22%; Olim, 11%; Doria, Olímpio e Marlene, 10%; Trípoli, 9%; Matarazzo, 8%; Benko, Abreu e Young, 7%; 1% pode votar em todos; 6% não sabiam ou não responderam.
Sobre a atual gestão na Prefeitura de São Paulo, Haddad teve 55% de avaliação entre ruim e péssima (os números podem somar mais de 100% por conta dos arredondamentos):

Avaliação da gestão Haddad:
Ruim/péssima – 55%
Regular – 33%
Ótima/boa – 12%
Não sabe/não respondeu – 1%

Aprovação da gestão Haddad:
73% desaprovam
22% aprovam
Não sabe/não respondeu – 5%

A eleição acontecerá em outubro. O Ibope entrevistou 602 pessoas entre os dias 16 e 19 de junho. A pesquisa foi inscrita na Justiça Eleitoral sob o número SP-00908/2016. O nível de confiança do levantamento é estimado em 95%. O levantamento também mensurou a avaliação dos entrevistados a respeito de medidas de mobilidade adotadas pelo prefeito Fernando Haddad.

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